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02/03/2009 Novo documento

- Diretriz para o Diagnóstico Laboratorial da Malária

A malária mata mais de um milhão de pessoas na África a cada ano e contribui com 10% da carga mórbida do continente. Um dos fatores que afeta a morbidade e a mortalidade é o diagnóstico incorreto. Contudo, a malária não está limitada à África – 40% da população mundial vivem sob risco de adquirir a doença. A cada ano, 25-30 milhões de pessoas de países não-tropicais visitam áreas onde a malária é endêmica e, destes, 10.000 a 30.000 contraem malária. Cerca de 90% dos viajantes só adoecem em seu país de origem, e os casos de "malária importada" são facilmente tratáveis, mas apenas se o diagnóstico for rápido e correto. A necessidade de tratamento racional em face do aumento da resistência aos antimaláricos contribuiu para aumentar a importância da acurácia do diagnóstico de malária. A microscopia após coloração tipo Romanovsky (Ex. Giemsa) e os testes rápidos (TRs) representam os testes com maior impacto para o controle da malária hoje. Esse documento apresenta aspectos importantes para a garantia da qualidade de ambos.

O diagnóstico clínico, apesar de impreciso, permanece a base para o tratamento na maioria dos pacientes com doenças febris nas áreas endêmicas, nas quais o suporte laboratorial é inexistente. A redução da morbidade e da intensidade da resistência às drogas, as quais são fatores de perdas econômicas, exigem a melhoria do diagnóstico laboratorial da malária e o aumento da sua abrangência. Esse documento descreve as práticas e a garantia da qualidade para a microscopia para malária, incluindo um atlas para auxílio aos microscopistas. Inclui ainda referência aos Testes Rápidos para essa finalidade.

 

23/12/2008 Novo documento

- Formulário para Coleta de Material para Exame Micológico
Esse Formulário descreve as informações que devem ser obtidas pelo coletador no momento da coleta de material para exames micológicos e deve acompanhar o exame até o Setor Técnico. Inclui figuras humanas, das mãos e dos pés para facilitar o registro da topografia das lesões.

   
22/12/2008 Novo documento
- Determinação do Tempo de Atendimento Total (TAT)
O termo “Tempo de Atendimento Total” (TAT) é uma adaptação da expressão inglesa “Turnaround Time” e usa o mesmo acrônimo. TAT pode ser definido como “Tempo decorrido para que se complete um processo analítico”. Devido à possibilidade de variação entre o ponto considerado “zero” (início do processo) e o ponto considerado terminal (final do processo), recomendamos que ao se falar em TAT os pontos iniciais e finais da medição de tempo sejam claramente estabelecidos” (Norma PALC versão 2007).Ainda segundo o requisito 12.6 do PALC “O Sistema de Gestão da Qualidade deve contemplar a definição e a monitoração dos Tempos de Atendimento Totais (TAT) das análises consideradas urgentes e os registros destas atividades, incluindo revisão pela Direção do laboratório ou responsável designado. Deve haver análise de causas raiz e ações corretivas para os problemas identificados”. Esse documento descreve uma metodologia para determinação do TAT de processos laboratoriais.
   
25/11/2008 Novo documento
- Diretriz para Lipemia, Hemólise e Icterícia
As análises laboratoriais podem sofrer interferências de fatores exógenos e endógenos no que tange à matriz. Alguns agentes potencialmente interferentes podem ser reconhecidos pela aparência e cor da amostra, ao passo que outros fatores (ex: medicamentos) podem ser detectados por meio de informações ou por análise direta. É difícil predizer os efeitos da hemólise, da turbidez (lipemia) e da bilirrubina (icterícia), especialmente nos sistemas analíticos próprios (in house) ou modificados. Esse documento contém diretrizes para o reconhecimento, a redução da sua influência e, quando apropriado, a informação ao médico da presença ds interferentes presentes em amostras lipêmicas, hemolisadas e ictéricas.
 
23/10/2008 Novo documento
- Garantia da Estabilidade das Amostras
A principal meta do laboratório clínico é determinar a concentração ou a atividade de analitos de relevância médica em um material ou amostra de forma a obter informações sobre o estado clínico do paciente. Isso implica em que a composição das amostras ou materiais não se altere significativamente durante a fase pré-analítica (coleta, transporte, armazenamento e processamento). Devido à importância da manutenção da estabilidade dos analitos, a RDC 302/2005 da ANVISA e a Norma PALC v.2007 estabelecem requisitos para que o laboratório garanta a qualidade da fase pré-analítica. Esse documento descreve a política geral do laboratório para a garantia da estabilidade dos analitos, conforme definida nos respectivos POPs analíticos.
 
15/09/2008 Nova Seção RDC - Vacinação
   
26/08/2008 Documento: Nova versão
- Procedimento para notificação de resultados laboratoriais segundo a RDC 302/2005 da ANVISA - Versão 2.1
De acordo com a ANVISA/RDC 302:2005 os resultados laboratoriais que indiquem suspeita de doença de notificação compulsória devem ser notificados pelo Laboratório conforme o estabelecido no Decreto nº. 49.974-A, de 21 de janeiro de 1961, e na Portaria nº. 2325, de 08 de dezembro de 2003, suas atualizações, ou outro instrumento legal que venha substituí-la. Este documento descreve os critérios e procedimentos do laboratório para realizar as notificações, de acordo com a recente Portaria SVS nº. 5 de 21 de fevereiro de 2006, que revoga a portaria nº. 33, de 4 de julho de 2005. Esta é a segunda versão deste documento, elaborada devido à atualização da legislação. A versão 2.1 foi atualizado para incluir a notificação de infecção por micobactérias de crescimento rápido.
   
25/08/2008 Novo documento
- Programa de Vacinação do Pessoal do Laboratório
A Norma Regulamentadora No. 32 (NR-32), do Ministério do Trabalho e Emprego, traz uma novidade que permitirá reduzir ou mesmo eliminar determinadas doenças infecciosas entre os profissionais que trabalham nos serviços de saúde. Publicada no Diário Oficial da União em 16 de novembro de 2005 (Portaria 485 de 11 de novembro de 2005), a NR-32 fixa claramente a obrigatoriedade de o empregador disponibilizar todas as vacinas registradas no país que possam, segundo critérios de exposição a riscos, estar indicadas para o trabalhador e estabelecidas no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO segundo a NR-7). Esse documento do LABConsult descreve um modelo básico para a elaboração do Programa de Vacinação do laboratório clínico e foi elaborado em conjunto com a médica especialista Dra.Paula Távora (Vacsim).
   
22/08/2008 Novo documento
- Termo de Anuência Amostras com Restrições
Formulário contendo “Termo de Anuência” para registro pelo laboratório da solicitação da concordância do médico, do paciente ou de responsável para a realização de análises em amostras com alguma restrição.
   
07/08/2008 Nova Seção Especial - Incerteza da Medição
   
07/08/2008 Novo documento
- Memorial Descritivo de Arquitetura para Instalação de Laboratório Clínico
Modelo para elaboração de “Memorial Descritivo de Arquitetura para Instalação de Laboratório Clínico”, que exemplifica a instalação de um novo laboratório de pequeno porte em área nova dentro de um hospital.
   
17/07/2008 Nova Seção Especial - Integração Diagnóstica
   
16/07/2008 Novo documento
- Diretriz para Diagnóstico Laboratorial das Micobacterioses Iatrogênicas (MCR - micobactérias de crescimento rápido) - versão 2.0
A tuberculose é agora um dos maiores problemas globais, com cerca de um terço da população mundial infectada por Mycobacterium tuberculosis mais um aumento da incidência de infecções causadas por outras micobactérias. Infecções do sítio operatório (ISO) por micobactérias de crescimento rápido (MCR) estão tendo sua ocorrência aumentada ultimamente. A grande preocupação recente, em nosso meio, têm sido as infecções de sítio cirúrgico após cirurgias videolaparoscópicas e plásticas (colocação de próteses e lipoaspirações). Os primeiros casos no Brasil foram registrados em 2004 e, desde então, foram notificados centenas de pacientes, que evoluíram no pós-operatório, principalmente de colecistectomia vídeolaparoscópica, com infecções de ferida (infecções incisionais superficiais e profundas) causadas por Micobactérias Não-tuberculose (MBNT). Este documento descreve os procedimentos laboratoriais para o suporte ao diagnóstico destas infecções iatrogênicas. Versão 2.0.
   
14/07/2008 Nova Seção RDC - Rótulos
   
17/06/2008 Nova Seção RDC - Recursos Humanos
   
06/06/2008 Nova Seção RDC - Testes Laboratoriais Remotos
   
23/05/2008 Nova Seção Especial - Seis Sigma
   
23/05/2008 Novo documento
- Diretriz para uso da métrica Sigma no laboratório clínico
Cada processo, seja uma produção industrial, a segurança na aviação ou uma análise laboratorial, pode ser quantificado em métrica Sigma, uma forma universal de expressar quão bem um processo desempenha em relação às suas especificações. Mas Seis Sigma não é apenas uma ferramenta para a quantificação da qualidade por meio de uma escala específica. Ela é uma metodologia de gestão aplicável a qualquer empreendimento humano, um sistema usado para melhorar a qualidade por meio da redução do número de defeitos, ao mesmo tempo reduzindo custos e aumentando a satisfação dos clientes. A meta final é alcançar o nível Seis Sigma de desempenho e a metodologia Seis Sigma é em geral desdobrada e sumarizada no acrônimo DMAI2C: Definir, Medir, Analisar, Melhorar (Improve) e Inovar e Controlar. Esta diretriz fornece a metodologia para a aplicação da métrica Sigma aos processos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos e introduz os conceitos básicos da metodologia de gestão Seis Sigma.
   
14/05/2008 4 Novos documentos

- Exame de Urina de Rotina Manual - Fase Pré-Analítica
Este documento é a Primeira Parte do POP “Exame de Urina de Rotina - Método Manual”, dividido em 3 partes.

- Exame de Urina de Rotina Manual - Fase Analítica
Este documento é a Segunda Parte do POP “Exame de Urina de Rotina - Método Manual”, dividido em 3 partes. Acompanha um Atlas em pdf.

- Exame de Urina de Rotina Manual - Fase Pós-Analítica
Este documento é a Terceira Parte do POP “Exame de Urina de Rotina - Método Manual”, dividido em 3 partes. Contempla o controle e a garantia da qualidade do exame.

- Sorologia para Sífilis - Versão 2
Principal doença sexualmente transmissível (DST) depois da aids, a sífilis é considerada prioridade pelo Ministério da Saúde do Brasil. Estima-se que aproximadamente 50 mil gestantes (1,6% das mulheres grávidas) são portadoras da infecção. O grande perigo nesse caso é a transmissão para o bebê durante a gravidez. A validação e a padronização dos métodos tem sido a principal atividade da sorologia para sífilis. Os fatores principais a serem avaliados pelo laboratório para esta padronização são a sensibilidade, a especificidade e a reprodutibilidade dos diversos métodos, de maneira que cada laboratório possa disponibilizar um método para triagem e um método confirmatório. Esse documento apóia a iniciativa do Ministério da Saúde para redução da sífilis congênita no país, auxiliando o laboratório a selecionar os testes e a implantar um programa de garantia da qualidade da sorologia para sífilis.

   
24/04/2008 Novo documento
- Exame do Líquido Sinovial
Este documento descreve os principais procedimentos específicos da análise de rotina do líquido sinovial e menciona os procedimentos adicionais que podem ser realizados.Acompanha-se de um Atlas de Cristais e Células do Líquido Sinovial.
   
28/03/2008 Novo documento
- Espermograma Manual
A análise do esperma fornece uma fotografia instantânea do potencial de fertilidade masculina e é um teste inicial, uma triagem, para a avaliação da fertilidade do casal. Por ser relativamente barato e não-invasivo, em geral é o primeiro teste solicitado na avaliação do casal infértil ou em caso de vasectomia (antes da sua realização e para a verificação de seu sucesso). O espermograma pode ainda ser usado para a avaliação de exposição a substâncias tóxicas em análises ambientais ou ocupacionais. É necessário enfatizar que a análise seminal não é, isoladamente, um teste de fertilidade, mas constitui-se na pedra básica da avaliação do fator masculino, pois é capaz de prover informações da produção testicular, de algumas propriedades funcionais dos espermatozóides e da função secretora das glândulas acessórias. Por razões de padronização e para que resultados obtidos em locais diferentes sejam comparáveis e confiáveis, os testes que envolvem sêmen devem ser realizados de acordo com diretrizes públicas, como as estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O presente documento descreve o procedimento para realização do perfil de análises “Espermograma” exclusivamente por meio de análises não-automatizadas.
   
10/03/2008 Novo documento
- Instrução de Coleta - Material para Espermograma
Instrução para a coleta de espermograma e formulário para anotação de dados relevantes em uma única Folha A4.
   
05/03/2008 Novo documento
- Diretriz para Validação de Métodos Laboratoriais Qualitativos
O presente documento visa oferecer diretrizes gerais para a elaboração de protocolos para demonstração do desempenho dos métodos qualitativos (“validação”), sem, contudo, pretender esgotar o tema para todas as aplicações e requisitos, nem para todas as conformidades legais. Ele foi baseado nas diretrizes do e em literaturas adicionais, para uso pelo pessoal de laboratório clínico que necessita demonstrar o desempenho adequado de um método qualitativo dos pontos de vista analítico e clínico. Deve ser usado de forma complementar aos cálculos online disponíveis na Seção Especial Validação de Métodos Qualitativos.
   
04/03/2008 Nova Seção Especial - Validação de Métodos Qualitativos
   
29/02/2008 Nova Seção RDC - Consultoria
   
26/02/2008 Novo documento

- Diretriz para Auditoria Interna PALC V.2007 (incluindo Relatório e Análise Crítica)
Este documento oferece diretrizes gerais para o planejamento e a execução de auditorias internas anuais de acordo com a Norma PALC versão 2007. O anexo contém ainda todos os requisitos, com espaços para registro da situação (atendimento, não atendimento e outras como não aplicável ou não auditado) e ainda espaço para anotar as evidências objetivas. O anexo pode ser impresso e usado para o registro das auditorias internas e para compor o Relatório de Auditoria, a ser encaminhado para análise crítica pela Direção.

   
25/02/2008 Novo documento

- Diretriz para o Diagnóstico Laboratorial de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à Meticilina - SARM)
Infecções por Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM, em inglês methicillin-resistant Staphylococcus aureus ou MRSA) estão de volta à mídia devido ao relato de recentes surtos comunitários, especialmente em comunidades de homens que fazem sexo com outros homens. A infecção por MRSA ocorre com maior freqüência em ambiente hospitalar, em pacientes submetidos a procedimentos médicos invasivos ou com debilidade imunológica. Neste ambiente as infecções são potencialmente graves, tais como bacteremia, septicemia, infecções de ferida cirúrgica e pneumonias. As infecções comunitárias mais descritas são infecções cutâneas, as quais podem ocorrer em pessoas saudáveis sob outros aspectos. Este documento descreve as diretrizes para o isolamento e a identificação de Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM). É axiomático que, quanto antes uma infecção por SARM seja diagnosticada e a susceptibilidade aos antimicrobianos seja estabelecida, mais rapidamente se pode iniciar o tratamento e maiores são as chances de cura. Portanto, o papel do laboratório no isolamento e na determinação da sensibilidade é fundamental no tratamento, no controle e na prevenção das infecções por SARM.

   
08/02/2008 Novo documento

- Diretriz para a Determinação dos Intervalos de Referência de Métodos Quantitativos
A RDC 302:2005 prescreve que os sistemas analíticos próprios (in house) sejam validados. A determinação dos intervalos de referência faz parte da validação de um método. Este documento reúne os principais conceitos e métodos para a determinação de intervalos de referência para métodos quantitativos, sem, contudo, esgotá-los. Inclui também os processos para a verificação e a transferência de intervalos de referência, os quais podem ser usados para métodos analíticos não-próprios, ou seja, não desenvolvidos pelo laboratório. Esta diretriz pode ser usada como base para a elaboração dos respectivos protocolos de determinação (métodos próprios) ou verificação (métodos não-próprios) dos intervalos de referência dos métodos quantitativos do laboratório clínico. Contudo, advertimos que a determinação de intervalos de referência de métodos próprios pode eventualmente exigir recursos adicionais, tais como programas de computador especialistas e assessoria estatística.

   
06/02/2008 Nova Seção RDC - Controle Externo da Qualidade
   
18/01/2008 Novo Destaque - ADA Disponibiliza Atualização 2008 das Diretrizes 2008 em Diabetesn
   
16/01/2008 Novo Destaque - Resolução 1.821/2007 do CFM pode afetar a informatização dos laboratórios
   
14/01/2008 2 Novos documentos

- Modelo para a Elaboração de POP Técnico - Versão 2.0
O Laboratório clínico deve elaborar documentos padronizados que contemplem a execução dos exames e das tarefas críticas para a qualidade. Este documento descreve um roteiro para a padronização da elaboração dos documentos relativos aos processos analíticos, de acordo com o CLSI, com a ANVISA e com o PALC.

- Diretriz para Diagnóstico Laboratorial de Dengue
A dengue é causada por um arbovírus da família Flaviridae, transmitido de uma pessoa à outra através de um hospedeiro intermediário, o mosquito Aedes aegypti. Existem quatro tipos diferentes de vírus da dengue: sorotipos 1, 2, 3 e 4. No Brasil convivem 3 tipos (1, 2 e 3). A identificação precoce dos casos de dengue é de vital importância para a tomada de decisões clínicas e para a implementação de medidas oportunas, visando principalmente ao controle da doença.
O laboratório clínico tem papel fundamental, ao fornecer elementos de confirmação da suspeita clínica e ao possibilitar o diagnóstico diferencial. Contribui também para os testes confirmatórios de certeza e para o monitoramento epidemiológico. Este documento descreve as diretrizes do Laboratório Clínico para o diagnóstico da Dengue.

   
09/01/2008 2 Novos documentos

- Tabela de Erros Máximos - Especificações Desejáveis para a Qualidade de Métodos Quantitativos - Versão 2006
Tabela que reúne centenas de analitos quantitativos quanto ao seu Coeficiente de Variação Biológica Intra-individual, o Coeficiente de Variação Biológica Interindividual (atualizados em 2006) e as respectivas especificações desejáveis da qualidade analítica para Imprecisão Máxima, Bias Máximo e Erro Total Máximo. Versão 2.0 do documento anteriormente chamado "Planilha de Erros Totais Permitidos - versão 2001".

- Prova do Laço
Este documento descreve o procedimento para realização da Prova do Laço (também conhecida como Teste da Fragilidade Capilar ou Teste de Rumpel-Leede).

   
08/01/2008 3 Novos documentos

- Diretriz para Diagnóstico Laboratorial da Febre Amarela
Estamos vivenciando o ressurgimento de notícias sobre a febre amarela, inclusive com suspeitas de casos urbanos. O LABConsult elaborou um documento para a atualização dos profissionais de laboratório clínico quanto ao diagnóstico laboratorial da febre amarela. O laboratório tem papel crucial neste diagnóstico e deve estar preparado para subsidiar os clínicos, em geral pouco afeitos a casos de febre amarela.

- Formulário para Requisição de Exames Microbiológicos
Resumo: Modelo de formulário específico para requisição de exames microbiológicos.

- Cultura de Ponta de Cateter (Maki)
Este documento descreve o procedimento para cultura semi-quantitativa de ponta de cateter intravascular pela técnica de rolamento ou de Maki.

   
07/01/2008 Nova seção RDC - Laboratórios de Apoio
   
04/01/2008 Novo documento

- Diretriz para Avaliação da Linearidade de Métodos Quantitativos
Um método quantitativo é linear quando há uma relação matemática representada por uma linha reta, entre os valores de leitura observados e as concentrações ou as atividades do analito, a qual fornece uma maneira simples de interpolação dos resultados. Do ponto de vista prático, em laboratórios clínicos de rotina, a verificação da linearidade, seja por meio de experimentos de verificação das diferenças de concentração (teórica e encontrada) ou por meio de uma curva de calibração, e a avaliação do impacto dos erros encontrados na aplicação médica dos resultados é suficiente para os propósitos de validação de métodos no laboratório clínico. Este documento descreve uma diretriz que pode ser usada pelo laboartório clínico para a avaliar a linearidade de métodos analíticos quantitativos, como parte da sua validação ou para cumprimento de requisitos de acreditação, como os do CAP.

   
02/01/2008 6 Novos documentos

- Formulário: Transporte de Amostras em Maletas
Formulário para controle da quantidade das amostras e da temperatura de transporte entre unidades.

- Formulário - Controle de Temperatura de Transporte de Maletas
Formulário para controle da temperatura de transporte em maletas e caixas térmicas entre unidades.

- Roteiro para Qualificação de Laboratórios de Apoio
Este documento substitui o "Modelo para Qualificação de Laboratórios de Apoio". Quase todos os laboratórios clínicos necessitam usar os serviços de um laboratório de apoio para processar alguma parte da sua demanda. Pelas normas dos sistemas da qualidade, o Diretor do laboratório é responsável pela seleção dos laboratórios de apoio e deve haver critérios objetivos para esta escolha, dos quais o custo é apenas um dos componentes. Os itens para esta avaliação estão formalizados no "Formulário para Qualificação de Laboratórios de Apoio", que consta no Anexo 2 deste documento. Versão 2.0.

- Formulário para Registro da Umidade Relativa - ESTUFA
Formulário par registro da umidade relativa de estufa microbiológica.

- Formulário para Registro da Umidade Relativa - AMBIENTE
Formulário para registro da umidade relativa do ar ambiente.

- Formulário para Registro do Conteúdo de CO2 - ESTUFA
Formulário para registro do conteúdo de CO2 de estufa microbiológica.

   

 

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